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Mostrando postagens com o rótulo Extras do autor

𝄞 Close to the edge ♫

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Sempre gostei de rock progressivo e posso dizer que Rick Wakeman foi minha primeira referência. Tecladista da banda "Yes", seguiu carreira solo com o tempo. Talvez volte ao assunto num outro dia, mas aproveitei que essa banda criou um álbum baseado na última referência do meu livro que foi "Siddartha" de Hermann Hesse e fiz o comentário ilustrando este post com a capa do livro que ganhei à época (ainda guardo na estante). Iniciamos dezembro com o desastre epidemiológico: a pandemia consome os serviços de saúde do país, as festas de final de ano se aproximam e a época de praia e férias também. Local seguro, para quem tem que trabalhar, não existe; o que, ao menos, melhora a estatística é que a proporção de óbitos em relação aos infectados é muito baixa (na faixa máxima de 3%, o que daria uns seis milhões de mortes no Brasil todo no máximo - é muita gente com certeza, se considerarmos que todos serão infectados em algum momento). O que acontece agora é que os gestores...

♫ Living Together, Growing Together ♫

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A comemoração de Ano Novo seguia a mesma rotina daquela do Natal, quando eu era criança. A partir da adolescência eu fui "liberado" para festas com os amigos e, na fase adulta, os plantões começaram a dificultar qualquer tipo de comemoração. No geral eu poupava o Natal e trabalhava no Ano Novo e isso, inclusive, gerava um dinheiro extra porque alguns colegas pagavam bem pela substituição. No tempo em que ainda era possível, passava o Réveillon em vários lugares, mas, em boa parte, em companhia dos amigos Henock , seus pais Birão e Marilza, e depois também com Rosângela que casou com o Henock numa passagem de ano. Eles tinham uma casa em Barra de Guaratiba (Marambaia), depois migraram para a Barra da Tijuca e a "virada" na praia era sempre a grande ideia. Falando em virada na praia... Naquele tempo não havia uma comemoração oficial, patrocinada pelo poder público/privado, nas praias do Rio e nem do restante do país. Depois de um tempo, para tentar organizar a confusã...

Festa de Natal

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Este é o tipo de post que está mal localizado no tempo, mas toda a ação no livro é passada no mês de dezembro e desde a semana passada os capítulos falam das festas de final de ano. Para não perder a sequência, nas próximas semanas falaremos desses eventos também e terminaremos o livro com um presente para o leitor.   O Natal, na minha família, sempre foi comemorado com alguma festividade. Quando eu era criança a festa era, invariavelmente, na casa da minha avó materna. Antes de sairmos para lá, o "bom velhinho" aparecia na porta e nos entregava presentes. Isso gerou uma briga no jardim de infância, porque eu acreditava em Papai Noel até porque ele aparecia mesmo. Muitos anos depois, eu soube que não era bem o Papai Noel: era um representante dele, o porteiro do prédio (acho que o nome dele era Mariano), mas dava no mesmo.   Voltando à história, em algum desses anos esquecidos a comemoração foi lá em casa mesmo porque eu peguei caxumba. Explico: o repouso teria que ser absolu...

VIda na Fazenda - parte 2

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Enquanto a discussão da semana ficou por conta das eleições americanas e brasileiras, o apagão no norte do país, a guerra entre os "donos" políticos das vacinas contra o corona vírus e o aumento de casos da doença em Santa Catarina (evento mais do que esperado), a vida segue e vamos falar de coisas mais interessantes. Além das paisagens e da tranquilidade, a vida na fazenda é marcada pela qualidade da comida que nos é servida ao visitarmos alguma. Invariavelmente feita no fogão a lenha, com legumes e verduras produzidos no próprio local e, de sobremesa, os doces de inigualável sabor (alguns também feitos com ingredientes de produção própria). E da memória afetiva, presente até hoje, a melhor representação que posso citar é a Fazenda Santo Inácio, em Rio das Flores,  que também possui inventário que pode ser acessado e "baixado" clicando aqui . A simpática e agradável fazenda histórica fica na sede, em direção a Valença, e já pertenceu à família da minha tia (ela con...

Vida na Fazenda - parte 1

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Para chegar à fazenda do "seu" Paulo, em Ribeirão Florido, o acesso seria por uma estrada abandonada e parcialmente retomada pela natureza. Realmente o estado das RJ - 145/151, no trecho que liga Rio das Flores à BR 040, parece evoluir para essa realidade fictícia que coloquei no livro. É uma estrada muito bonita, com túneis naturais formados pelas copas das árvores, mas o asfalto parece que "não pega liga" e dificilmente está em bom estado. No percurso você encontra cachoeiras, sendo que montei a foto com o "Chuveirinho" (na beira da estrada) e com a "Cachoeira do Amor" (fica em propriedade privada, mas é aberta à visitação mediante uma taxa). Rio das Flores faz parte do chamado "Vale do Café" e existem várias fazendas no município.  As mais conhecidas são a Fazenda União e a Fazenda Paraizo, mas falarei daquelas que fazem parte da minha lembrança afetiva.  Lá pelo final dos anos 1970 eu frequentei a Fazenda da Loanda, onde moravam ami...

V.J.M.J - parte 2

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"Das certezas que a vida não tem uma delas é inevitável... Um dia, há muitos e muitos anos, conheci um sujeito alegre e gordinho... Durante um período usou barba e depois não mais. Era um mestre... daqueles que contam histórias. E ele contava uma história de um sujeito que vivia em um quarto com espelhos por todos os lados. Um belo dia, alguém tacou uma pedra e quebrou um deles... E lá pra fora, do espelho, o tal sujeito olhou. Viu muita gente, de todos os tipos, que cantava e que gritava... Gente que sonhava com um mundo melhor.  Ao final dessa história, todos os espelhos foram quebrados e janelas colocadas em seu lugar. E era assim que ele ensinava: colocar janelas e olhar pra fora... Aonde rola o mundo das incertezas... Para que, ao menos, a gente saiba que olhar pra dentro só serve mesmo para decidirmos quebrar os nossos espelhos.  Mago Merlin... um velho amigo agora está olhando pra gente através da janela do infinito. E assim como o Mago, o Zat sempre esteve aqui!...

V.J.M.J - parte 1

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” V.J.M.J” – Viva Jesus, Maria, José – Sigla que ficava à esquerda do cabeçalho de qualquer coisa escrita no caderno do colégio.   No ano de 2015, iniciei um texto no "Coisas do Narrador" exatamente dessa forma, para contar sobre uma visita que fiz, com alguns amigos ex-alunos, ao velho Colégio Marista São José (CMSJ), da Barão de Mesquita, que foi o berço da minha formação religiosa. Fui aluno de 1971 a 1977, quando terminei o segundo grau (atual ensino médio). De lá para cá o colégio suspendeu as atividades, uma parte dele foi demolida (a parte "nova") para dar lugar a empreendimento imobiliário, a outra virou sítio arqueológico, mas ele voltou a funcionar e nosso grupo conseguiu uma visita. Ouvi dizer que o Colégio interrompeu novamente as atividades... que pena... e nem foi por causa da pandemia (melhor nem comentar sobre as causas atuais que dá até medo de saber).   Agora, como no antigo Ra-Tim-Bum , "senta que lá vem história"!   Quando eu era muito...

Opus

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"O termo opus (em latim, "obra") é comumente utilizado no sentido de obra de arte. O plural de opus, opera, refere-se ao gênero musical operístico. As peças musicais indexadas (como é o caso das obras de Bach, Haydn, Mozart, Schubert e outros) são identificadas por um número de opus, que geralmente é atribuído em ordem cronológica - considerando a data da composição ou da publicação da obra. A abreviatura usual é "Op.", (plural "Opp.")( Wikipedia )" Depois de muitos e intermináveis capítulos "paradidáticos" chegamos ao ponto onde minha "obra de arte" começa a viajar pelos recantos da imaginação sem limites. Claro que também procurei referências na memória e hoje vou falar de duas delas. A primeira é o "Murano", nome de um pingente muito comum na época e encontrado em várias joalherias. No site da Associação Nacional de Vidraçarias   eu encontrei uma boa descrição dessa arte que, para facilitar, produz objetos em vid...

Pulmão de Aço

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Quando escrevemos para nosso prazer temos a vantagem de fazê-lo como acharmos melhor. Eu tento manter um padrão de horário, formatação do texto e alguma sequência que pareça mais lógica, mas o leitor observará que isso muda às vezes, principalmente pelos recursos limitados do editor de texto do blog (já não mexo mais com "html" por absoluta falta de paciência e aí fico a mercê do que já vem padronizado). Falei sobre isso porque andei relacionando os meus textos aos capítulos das semanas anteriores, mas agora não estou mais "preso" a tal padrão. "O Dom" foi um capítulo bem simpático e agora é que lembrei (realmente eu esqueci muita coisa do livro) da referência aos Pintores com a Boca e os Pés. Acredito que muita gente já recebeu os belos cartões de Natal que a associação envia, com um boleto para pagar (de forma espontânea - antigamente você enviava um cheque). Resolvi falar um pouco da poliomielite, pois tudo que vivemos hoje já aconteceu no passado. A p...

Caixa de Costura

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Já deu para perceber que criei uma cidade tecnológica e utópica em cima de outra que foi abandonada no decorrer dos tempos. Claro que nada disso aconteceu (ao menos até agora), mas bem que alguns personagens poderiam continuar presentes.   Outubro é um mês com muitas referências e recebe a cor rosa, por conta do câncer de mama contra o qual minha mãe já lutava quando eu escrevi o livro. Mesmo com todas as intempéries do tratamento ela conseguia levar a vida como se nada - ou pouco -  tivesse acontecido (ao menos era isso que transparecia). Uma das suas atividades preferidas era o crochê.  Mamãe era professora aposentada. Durante o tempo de magistério, aperfeiçoou-se em artesanato, dava aulas sobre as mais variadas técnicas e fazia que nossos trabalhos escolares saíssem perfeitos. A cartolina que usávamos sempre tinha uma margem bem feita e havia um equilíbrio nas fotos (recortadas de revistas) que eram utilizadas. Voltando ao crochê, ela gostava de fazer sapatinh...

A Nova Mãe

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"O destino do planeta poderia se transformar se as mães do mundo todo assumissem o verdadeiro papel político e social que lhes cabe." (José Ângelo Gaiarsa)   Um dos desejos descritos no meu livro (e acredito que seja o de muitas pessoas também) está relacionado à educação infantil: as crianças seriam melhor formadas e, nesse ponto, a participação das mães (e também dos pais) é fundamental. O texto de hoje traz uma provocação à reflexão. Nos últimos vinte anos (ou mais), o que observei foi o aumento do número de crianças totalmente sem controle, sem limites, que fazem o que bem entendem, que não respeitam pais e professores, e um sem número de outros problemas com consequências totalmente imprevisíveis. Com a criação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) houve uma interpretação errônea quanto à educação infantil e um descaso a alguns direitos conquistados.    Hoje vivemos na pandemia: as crianças estão em casa e as famílias tentando corrigir os erros do passado. Ape...

Longevidade

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"Ninguém baterá tão forte quanto a vida. Porém, não se trata de quão forte pode bater, se trata de quão forte pode ser atingido e continuar seguindo em frente. É assim que a vitória é conquistada." (Rock Balboa)   Um dos conceitos que coloquei no livro, mesmo que passasse despercebido, foi o trato com a saúde e a possibilidade de viver com qualidade até idade bem avançada. Meus avós tiveram essa chance e meu pai ainda está aí para mostrar e provar essa possibilidade. Com o passar dos anos e melhor controle das doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, a temida velhice foi substituída pelo conceito de melhor idade. Realmente, mesmo com as injustiças que a previdência e os impostos submetem os idosos (aposentadoria é ato de coragem), eles conseguiram se reinventar e adquirir uma independência impensável no passado. Viraram os imortais da sabedoria para a alegria dos mais jovens. Sempre falei para o papai que ele podia fazer o que quisesse, pois o prazo de validade vencid...

Referências 2

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O final da vida é inevitável e, acredito, este dia já está agendado; mas o sofrimento é opcional. Com a pandemia, o medo da morte (inevitável) tornou-se mais evidente. A data de hoje ficou marcada pelo atentado que destruiu as Torres Gêmeas nos Estados Unidos em 2001. Tenho certeza que nenhuma daquelas pessoas que morreram se sentiram inseguras ao entrar no prédio para trabalhar e muito menos imaginavam que estariam no último dia de suas vidas.    Aproveitando... O leitor viajou no último feriadão e aproveitou a praia em plena pandemia? Semana que vem conte como foi a experiência.   Enfim... No meio do conteúdo paradidático, fiz algumas citações familiares tentando adivinhar o que aconteceria com meus pais e meus filhos. O filho mais velho é famoso youtuber do mundo de games e mora em São Paulo; o mais novo seguiu a carreira artística, mas não no teatro, e é professor de música (viola) na Dinamarca onde mora com sua esposa e meu neto; minha filha mora em São Paulo mesmo,...

A Ostra e o Vento

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A pandemia me pegou de surpresa em meados de março, quando eu acompanhava meu pai em internação hospitalar no Rio de Janeiro. A rotina era complicada e monótona, e o hospital parecia uma ilha isolada do mundo, pois apesar da cidade ser maravilhosa quase nada era possível apreciar. Um belo dia fui de metrô lotado e voltei sozinho no vagão; num outro dia encontrei um shopping semi abandonado (com o fechamento dos cinemas, a frequência diminuiu muito) com lanchonetes e lojas praticamente vazias. Quando não estava no hospital eu ficava no apartamento da minha sobrinha e também parcialmente isolados do mundo exterior. Ao voltar para o sul do pais, o mundo que eu conhecia definitivamente tinha terminado e era o momento de traçar novas estratégias.   Por aqui a situação é muito complicada: mesmo com o tempo de quase três meses entre o final do verão e o inverno (onde os casos de gripe sempre aumentam por aqui), poucas providências foram tomadas.    A região, considerando um ra...

Mundo Adolescente - parte 2

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Voltando a contar a história, o site evoluiu muito, outras pessoas passaram a colaborar e, em 2000, participou do Prêmio Ibest, na categoria "Pessoal - Temas e Variedades", juri popular.  "O Prêmio Ibest foi um concurso de websites criado em 1995 pela Mantel, de Marcos Wettreich, com o objetivo de descobrir novos talentos e premiar todo o esforço dos profissionais e dos sítios que fazem a história da  Internet no Brasil. Os melhores websites, vencedores de cada categoria, eram relacionados num livro e publicados anualmente" (Fonte: Wikipedia). Mesmo com o sucesso, a vida continuava e o Dudu resolveu procurar outros sonhos, partindo rumo à Itália. Coincidentemente, a data da viagem foi exatamente a do dia da premiação no Ibest e o site estava entre os três primeiros mais votados. Os convites e credenciais eu fui pegar no aeroporto de Guarulhos, onde ele aguardava a conexão para a Europa, e nesse dia o conheci pessoalmente. De presente, deixei com ele o manuscrit...

Mundo Adolescente - parte 1

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A construção de ideias é repleta de boas histórias. No inverno de 2013 houve neve no Planalto Norte Catarinense (algo incomum por aqui) e hoje pode ser que o mesmo aconteça. No livro, Guido montou uma comunidade a partir de um site na Internet, onde neve não fez parte desse universo.  Falando nisso, na realidade, o Universo teen realmente existiu, mas a partir da ideia do livro.  Explico: quando comecei a "surfar" na Internet, conheci o "Mundo Adolescente" que era uma home page dedicada aos próprios. Achei muito interessante e mandei um e-mail para o Dudu ( o nome dele era José, mas a mãe dele queria que ele se chamasse Eduardo... bom... deixa pra lá!), que era o responsável pelo site. Conversamos um pouco e ele me convidou para participar  respondendo perguntas, que chegavam direto para ele, a respeito de doenças sexualmente transmissíveis, prevenção de gravidez e de tudo um pouco relacionado à saúde. O Mundo Adolescente era um revista de variedades, lidando c...

Lançamento do Livro

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Essa releitura serve também como mais uma revisão do livro. Na maioria das vezes eu mantenho o texto original, mas corrijo alguns erros de ortografia/gramática que encontro (e que ninguém viu antes). Outra coisa que faço é retirar aquelas partes que não me agradaram muito ou que foram somente "encheção de linguiça", substituindo pelo símbolo "[...]".   O capítulo 5 eu preferi "pular" inteiro. O título era "Sexo, Drogas e Rock and Roll" e era muito "paradidático". Só que ficou sem qualquer espontaneidade, foi muito discutido antes de concluir e eu não gostei do resultado. Vamos para o capítulo 6 logo de uma vez e hoje vou contar sobre o lançamento do livro.  Depois de pronto, encomendei uns 100 exemplares na editora e parti para a divulgação com os amigos. Um desses amigos, o Dr. Iterbio Galiano Aldrighi , participava do Espaço Cultural CREMERJ (atual CREMERJ Cultural) e indicou meu livro, para o lançamento, num evento desse espaço....