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Mostrando postagens com o rótulo Coisas do Narrador

Coisas de Natal e Ano Novo

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Terminando os relatos sobre o "Coisas do Narrador", vamos coincidir as datas. Natal virou marcador anual, assim como o Ano Novo.  Os textos foram bem variados e alguma coisa eu já falei, quando descrevia as inspirações do meu livro, e algumas outras eu deixei para depois.   Geralmente, aqui no sul, existe uma grande folga do tipo "férias coletivas", e eu viajava para o Rio fazendo um circuito de "beijos e abraços" (para matar as saudades) que terminava em Rio das Flores para a festa de Natal que já contei. Era uma viagem e aí entrava no marcador de viagens também.   Além do passeio, final de ano é época das tradições. Em primeiro lugar, a árvore não pode faltar e a minha era (e ainda é) uma verdadeira obra de arte, mas esse ano ela foi para manutenção e ficará somente na lembrança. A descrição, fotos e detalhamento você pode ver clicando aqui . Outra coisa que também acontecia era o momento "Papai Noel dos Correios" que gerava muita criatividade ...

Dia das Bruxas

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O Dia das Bruxas ganhou um marcador anual. Já comentava sobre o dia no "Contos" e mantive, até associado, no "Coisas". O texto de hoje eu "rascunhei" nessa época do ano passado e programei para lançar somente agora    Há um ano, então, os dias antecedentes do fatídico "Dia das Bruxas" foram muito gelados, com ventos uivantes, contrastando com frio, sol e céu azul (bem "bruxuleante" mesmo, né). Acaba que choveu muito e emendou no feriado de finados como já seria esperado. Talvez alguma mágica para evitar os lobisomens enlouquecidos pela "lua azul" , desse ano que passou, ou somente um ato divino para amenizar a seca no estado. Jamais saberemos. De qualquer forma, por alguma coincidência, foi nesse dia que eu migrei para o litoral para passar a licença, mas essa história eu já contei lá atrás.   No blog, quando era a época, eu aproveitava  e "detonava" a personagem Ana Paula (Natasha), mas também mostrei uma viagem qu...

Histórias de Leo e Mônica

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Essa outra minissérie aconteceu por acaso, num tema de Dia dos Pais. Seria um texto único, mas no ano seguinte eu resolvi repetir a dose já com alguma evolução. Aí parou mais um ano e chegamos em 2014, quando eu usei a dupla de personagens para escrever mais um pouco a respeito. Aí parou de novo e finalizou em 2015.  Como havia uma quantidade razoável de textos eu criei um marcador.   Leo e Mônica eram colegas/ficantes/namorados de faculdade que engravidaram de Yasmin, parto esse que Alcione (lembra dela?) foi quem ajudou. Os temas falavam de pais separados, pai participativo, morar numa ilha (a inspiração foi Paquetá), Copa do Mundo e, no final das contas, foram oito textos.   Era um casal bem inteligente e crítico que ainda tinha outro casal amigo, de características completamente diferentes, que eram o Eduardo e a Bia (qualquer semelhança com nomes de casais famosos não foi mera coincidência) e que tinham muitos problemas.   Tema "família" é sempre uma coisa compl...

Histórias de Ana Paula (Natasha)

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Narrador não é Netflix, mas também tem séries. Uma delas ganhou um marcador e uma personagem muito atrapalhada. A referência é bem clara e a música do Capital Inicial ganhou forma no blog. Só que a Natasha que eu inventei era um pouco diferente da original.   A ideia começou no Ano Novo de 2012, onde, após uns tropeços, a personagem acorda num lugar esquisito, depois de uma provável festa estranha com muita gente esquisita e regada a muito absinto. Diz a lenda que ela foi "afogar as mágoas" por conta de um vacilo amoroso, mas sabe-se lá não é mesmo?   Eu sei que os textos começaram a aparecer e Ana Paula, no melhor estilo "Incrível Hulk", incorporava Natasha e entrava pelo cano. Sem contar que Ana e Adrielle não gostavam muito dela e aprontavam muitas travessuras no "Dia das Bruxas" e sempre que havia alguma outra possibilidade.    Pra se ter uma ideia, ela fugiu de lobisomens, foi acusada de matar de susto um velhinho, foi transformada em girafa e num h...

Coisas de Música

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Dizem que a música aquece a alma e o coração, e com esse frio que está fazendo é uma ótima pedida para acompanhar as comidas e bebidas da época. Em ambos os blogs muitos textos surgiram baseados em músicas que eu estava ouvindo ou situações que remetiam à isso. Essa semana foi comemorado o "Dia Mundial do Rock" no  dia 13 de julho. A data celebra anualmente o rock e foi escolhida em homenagem ao Live Aid, megaevento que aconteceu nesse dia em 1985, e achei muito bom falar de música lembrando este evento.   Rock também está presente, mas quando o marcador é aberto o leitor já encontra o Teatro Mágico (num remake de um original do "Contos"); na sequência encontrará Beto Guedes, Soulstripper, Annie Haslam, dentre outros grandes valores da chamada "world música".   Sou de uma família de senhoras pianistas desde minha avó, minha mãe, uma tia da minha mãe que era muito divertida (tia Olga); algumas primas também tocavam e lembro de um primo que participava de u...

Gordices em geral

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Estamos em julho e quase no auge do frio (a mínima até agora foi de - 1ºC e ainda deve esfriar mais). Nessa época, o pinhão assado no fogão a lenha, o vinho, o chocolate quente, as sopas e outras iguarias ajudam a cultivar as placas ateromatosas, a esteatose hepática e outras situações desagradáveis que levam a outros problemas mais desagradáveis ainda. Só que a coisa fica meio sem solução.   A comida do sul é hipercalórica com associações de carboidratos enlouquecidas, além das carnes gordas. Esse negócio de "saladinha" só se for de pepino (que por sinal eu não gosto). O clássico mesmo é arroz/feijão/macarrão/farofa/maionese, tudo junto e misturado numa refeição só. Sobremesa típica é sagu com creme branco (leia-se mingau de maisena).  Acredito que esses hábitos alimentares estão relacionados à necessidade de criar alguma gordura para resistir às intempéries do frio ou então é gordice mesmo porque tudo isso é muito bom.   Quando cheguei, aprendi logo de cara o que é uma ...

Viagens do Narrador

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Julho chegando e, no tempo que existiam aulas presenciais de forma generalizada, este era o mês de férias preferido lá no Rio de Janeiro, não sei bem o por quê. No sul a predileção fica com as férias de verão, já que calor por aqui é algo raro. Essa semana nevou na serra catarinense e por aqui a média de manhã ficou em zero grau.    Como falei, no Rio de Janeiro, julho é alta temporada na serra e é quando você consegue comer fondue, beber muito vinho ou encher a cara de cachaça. Tem um texto muito engraçado que se chama "O gaúcho e as temperaturas" que marca muito bem essas diferenças.   Sempre gostei de viajar e cultivo esse gosto desde criança, quando o papai levava a família pelo Brasil, conhecendo as capitais onde ele também trabalhava. Por aqui as oportunidades foram surgindo e fui conhecendo tudo que podia. Além das cidades referência, como Joinville e Curitiba, onde eu ia com frequência, acho que a primeira cidade que visitei foi Lages, por conta da Festa do Pinhão...

Coisas de Aniversário

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Ontem foi meu aniversário e completei 61 anos. Em tempos de pandemia isso é uma proeza digna de comemoração, mesmo que sem festa (claro que as pequenas comemorações aconteceram e foram muito boas). No "Coisas" assim como já fazia no "Contos", sempre colocava algum texto relativo ao inferno astral e ao aniversário, mas a primeira vez que usei no "Coisas do Narrador" foi exatamente há dez anos, quando cheguei na "idade da cachaça" (ou da "boa ideia") e foi a última vez que reuni um grupo numa churrascaria para comemorar a data (e foi muito bom).   Houve uma época entre 1977 e 78 que foi moda comemorar aniversário em churrascaria. A preferida "marista" era o Rincão Gaúcho, que ficava na Rua Marquês de Valença, na Tijuca, e vários colegas comemoraram lá, inclusive eu quando completei dezoito anos. Depois a Estrela do Sul entrou no circuito, mas acho que nenhuma das duas existe mais hoje em dia, ao menos nos endereços originais.   ...

Narrador também reclama

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Estamos próximos do meu aniversário, o que significa que o inferno astral está terminando (semana que vem eu explico isso melhor) e o humor deve voltar ao normal em breve. Se bem que este ano (melhor até falar baixo...) essa fase foi bem tranquila e sem maiores problemas.  Aproveitando que estou calmo, este marcador de hoje fala das minha reclamações feitas no blog.    Foram vários registros, mas são muitos textos associados ou não a outros marcadores (quase coloquei tudo junto). Só que eu encontrei nove oportunidades onde isso não aconteceu e aí eu fiz uma colagem.  Reclamei de restaurantes, teleatendimentos, voos cancelados, livros ruins, um sem número de coisas, mas uma reclamação mereceu meu destaque e vou colocar uma parte aqui.  O texto se chama "Quando você crescer" que também é nome de uma música do Raul Seixas e escrevi em 2014. Acho que isso representa bem algo digno de reclamação. A inspiração foi um post no Facebook que, naturalmente, já sumiu mas ...

Apenas histórias de amor

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Amanhã é Dia dos Namorados e aproveitei a data para falar desse marcador . O "Coisas" buscou muita inspiração também no "Contos" para escrever os textos, tanto que os marcadores se cruzam diversas vezes.    Mas como não? Histórias de fadas, príncipes, princesas e finais felizes (nem sempre) fazem parte dos dois universos. Numa revisão eu encontrei algumas histórias que não foram marcadas como "Contos", mas deixei assim mesmo pois o leitor mais atento conseguirá associar as ideias.   Escolher algum destaque? Muito difícil. De qualquer forma, dois textos saíram de pequenas coisas vistas ao passear por aí. Um deles falou de um fusca e outro falou de um circo . Tirei as histórias meio que "do nada" e o resultado ficou muito bom.    Relacionados diretamente ao Dia dos Namorados eu encontrei "Será que isso é uma história de amor?" baseado num post do blog da minha sobrinha.      "Fotografia" foi outro lançado em doze de junho, ...

Filmes/Séries e afins - parte 2

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Quem abre o marcador dá de cara com a última publicação sobre o tema, que foi quando eu estive em Curitiba e vi "Moana" e "Sing" (animações excelentes, por sinal). Ainda vi "Sully" e não comentei nada, mas não lembro o por quê disso. A essa altura do campeonato todo mundo que gosta já viu o filme que realmente é espetacular e baseado numa história real (o sujeito realmente pousou o avião no rio Hudson e não morreu ninguém). A escolha de Tom Hanks para o papel não poderia ser melhor.   Fiquei devendo também a explicação sobre não gostar de filme de cachorro. É que eu fazia plantão num hospital às quintas-feiras. No horário da sessão da tarde os médicos tinham uma folga porque era horário de visita aos pacientes internados e sempre tinha filme de cachorro nesse dia. Aí passei a detestar o tema e, hoje em dia, nem que passe a Lassie   eu assisto  (aliás, a Lassie foi interpretada por um cão macho... vai entender).    Rolando a página vão surgindo os filmes e...

Filmes/Séries e afins - parte 1

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Este marcador eu acho muito legal e foi o que caracterizou mais textos, de forma isolada ou associado a algum outro.    Quando fui morar na casa amarela, eu fiquei um período interminável sem comunicação com o mundo exterior. O celular só fazia ligações mesmo (tipo "Oba Fone", já ouviu falar?) e não havia nem internet e muito menos antena de televisão. Na região havia (e ainda há) uma situação de férias coletivas que começam lá pelo dia dezoito de dezembro e só terminam em primeiro de janeiro. Como eu cheguei dia vinte e oito de dezembro não consegui grandes coisas do ponto de vista de administração doméstica. Sem contar que precisava de comprovante de residência para quase tudo, incluindo telefone (não havia chip na época). Enfim foi meio complicado, mas alguns bons livros e alguns CDs de música foram resolvendo a monotonia.   Aos poucos fui conseguindo as coisas e no dia seis de janeiro de 2009 eu consegui acesso no hospital que eu fazia plantão e contei um pouco da sag...

Projetos, Flores e Plantas

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Apesar de apreciar muito a Natureza, algumas artes eu nunca havia trilhado e isso incluía jardinagem. O máximo que cheguei a mexer, antes de morar na casa atual, foi com uma jardineira de bambu com um  cactus que compunha a minha bandeja mágica , e depois uma plantinha que não precisava fazer nada e que, naturalmente, tinha o que fazer... tanto que ela morreu 😟.   Morar numa casa com quintal e jardim acaba criando uma necessidade muito grande de aprender e hoje em dia já faço alguma coisa com algumas flores e algumas verduras, mas naquele tempo nem isso. Na casa amarela eu tinha um jardineiro - o Chico Cebola - que tornou-se meu amigo e protetor (não que eu precisasse de proteção especializada, mas ele falava que me protegia).    De qualquer forma, apreciar faz parte e falei um pouco do assunto em Flores e Plantas o que não quer dizer que virei um especialista no tema em questão. Foi um marcador com poucos textos e alguns associados a outros marcadores.   O blog, como um todo, foi um...

Coisas do Quati, do Pinguim e outros bichos

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Dando continuidade aos marcadores vou juntar alguns, digamos, "animais"!☺   O "Coisas do Quati" foi inventado a partir de um pelúcia que comprei no Parque das Aves lá em Foz do Iguaçu em 2013. A viagem foi ótima e essa lembrança entraria numa nova ideia de fazê-lo viajar, também, e registrando com fotos. Existem muitas pessoas que fazem isso e colocam na Internet, mas não tive muita disposição para tal. Acabou que ele virou um companheiro do Narrador, meio rabugento, andou cismado com o Tob e a ideia ficou meio perdida.  No caso do Pinguim eu pretendia falar das coisas do Linux, que comecei a mexer em 2011. Exatamente eu não lembro bem como foi, mas eu acho que comprei um computador novo e instalei o Ubuntu no velho e aí usava os dois num sistema complicadíssimo que eu montei com uma rede muito capenga. Esse computador antigo eu doei para uma instituição, mas passei os ensinamentos para um notebook e fui desenvolvendo a ideia. Hoje em dia eu tenho um PC desktop to...

Coisas de Casa e Frio

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Como escrevi na semana passada, entramos na "fase lunar" (o frio polar é bem mais quente) do legado e vou contar um pouco da experiência no sul do país.  Antes disso, porém, vou acrescentar um tributo. No tempo do "Coisas do Narrador" essa postagem ganharia o marcador "Agora cantam em outro lugar". Paulo Gustavo faleceu. Um grande artista que tive a oportunidade de ver no teatro quando ele homenageou sua mãe. Num misto de show ao vivo e peça teatral o espetáculo mostrou todo o potencial de ator, cantor e intérprete que agora canta no Programa da Hebe lá no outro plano. RIP Paulo Gustavo.   Vim pra cá no final de 2008 para assumir a posição de único pediatra de uma cidade de uns oito mil habitantes, onde nunca houve especialista nesse assunto. Virei um "Mais Médicos" numa época que isso não existia no país. Saí da montanha (Petrópolis) e vim para o Planalto Norte em Santa Catarina. Talvez mais adiante eu fale mais a respeito, mas agora vou falar ...

Coisas de Bicicleta

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A minha história ciclística começou quando eu tinha uns dez anos e ganhei a minha primeira bicicleta. Era uma Caloi dobrável, vermelha, cuja propaganda garantia que, uma vez “dobrada”, caberia na mala dianteira do fusca do papai. A ideia era levar para Rio das Flores e a opção realmente recaiu na "facilidade" no transporte. A primeira parte dessa saga foi descobrir o que era uma tal de “chave sextavada”, citada nas instruções, que seria usada para tirar o pedal. A partir dessa etapa seria possível colocar na mala dianteira do carro. Como não descobrimos, o papai saiu com a bicicleta (empurrando) até uma loja próxima onde o pedal foi retirado.  Aí vem a pergunta que não quer calar: sem o pedal a bicicleta coube na mala do fusca? Ah! Esqueceram de falar que teria que tirar o estepe! E onde iria o estepe? No espaço atrás do banco traseiro! E as malas? E quem foi que falou que as malas estavam incluídas no raciocínio?  Para simplificar as coisas, aprendi a andar, cur...

Bons Livros

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E u sempre gostei de ler e não sei bem como isso começou. Lembro das inseparáveis revistas de histórias em quadrinhos, lembro de um tempo de férias que passei na casa da tia Agostinha, irmã do papai, onde havia uma coleção gigantesca de "Seleções da Reader's Digest" que era do meu primo, e lembro também de muitos e muitos livros que minha mãe comprava para mim. Fora as enciclopédias em fascículos semanais do tipo "Conhecer" dentre outros títulos.    Do encerramento do Coisas do Narrador, em 2017, até agora eu li poucos livros, mas eram livros difíceis e de muitas páginas. Na lista, "1984" de George Orwell; "Guia do Mochileiro das Galáxias" de Douglas Adams, numa edição com os cinco volumes; "A Medicina no Banco dos Réus" de Elias Mattar Assad. Esse último fala do julgamento da Dra. Virgínia, acusada de assassinato de seus pacientes na UTI onde ela era a responsável.    A produção foi curta se comparada ao período anterior, mas não...

Agora cantam em outro lugar

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Esse trabalho vai ficando interessante (claro que interessante pra mim) a partir do momento que escrevi este texto em outubro/2020 para publicação somente agora.  Resolvi fazer isso no início da minha licença-prêmio de três meses, onde migrei para fora do Planalto Norte e fui parar em Palhoça. Só que ainda permaneci um mês em casa, mas isso tudo eu vou contar mais adiante.   De qualquer forma, me senti no estilo American Idol, Masterchef e até algumas novelas do SBT, onde tudo é gravado com muita antecedência para ir ao ar muito tempo depois como se fosse algo contemporâneo. Eu não sou famoso a esse ponto, mas consegui alinhavar a postagem e atualizar agora. Escrever requer tempo e dedicação o que nem sempre é muito fácil de se obter na vida cheia de correrias e esse método realmente me agradou.   Aí vem a parte mais interessante: consegui sobreviver de lá até aqui! Parece estranho falar assim, mas há uma verdadeira guerra em andamento sem qualquer sinal de término e eu e...

Datas Comemorativas

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Semana passada comemoramos a Páscoa e resolvi iniciar os temas falando do marcador "Datas Comemorativas".   Claro que a Páscoa tem a sua representação no post "Coisas de Coelhinho" , mas um detalhe divertido é que só descobri hoje que esse post não tinha marcador 😂. É que alguns textos possuem vários marcadores e o dele não era, primariamente, uma data comemorativa. Ainda falando desse texto, ele foi escrito em 2011 e a Páscoa foi no final do mês, coincidindo com Inconfidência e São Jorge, quase virando uma "semana do saco cheio" adiantada. No marcador, então, temos alguns aniversários, Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia do Professor, Independência, Dia do Índio e alguns com participações especiais de amigos que colaboraram com textos, frases ou imagens. Deixei de fora Natal, Ano Novo, Dia das Bruxas e meu aniversário: essas comemorações ganharam marcadores específicos (se bem que podem aparecer em outros lugares também e essa é a graça da brincadeira). A fo...

Coisas do Narrador

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Logo que terminei o "Contos", parti para um novo modelo de publicação: o tema era livre, dependia da inspiração da hora e a forma variava bastante. Desde o início mantive o plano de fundo com girassóis e a cor amarela que eu gosto bastante. Já um pouco mais experiente no "formato blog", comecei a inserir fotos, vídeos e dividi os textos por temas com o uso dos marcadores que unem as postagens de inspiração semelhante numa página só (uso este artifício aqui também). De vez em quando faço umas revisões, pois alguns vídeos do Youtube são retirados e aí eu tento substituir por outros equivalentes; acontece a mesma coisa com alguns links (coisas da Internet).   O texto de apresentação coincidiu com o chamado "Massacre de Realengo" onde um maluco entrou num colégio e assassinou vários estudantes. Sob a forma de um desabafo e sem identificar muito o ocorrido (as futuras gerações não entenderão o texto) falei o que eu quis, sem me prender a um padrão pré determin...